
As bases do Tamar recebem anualmente cerca de 150 estudantes e recém-formados das áreas de ciências biológicas, oceanografia, medicina veterinária e afins que participem da rotina destas bases. Há também, junto às sedes do Projeto nas várias regionais, estudantes das áreas de administração e economia atuando nos escritórios da Fundação Pró-Tamar.
Desde que este programa foi implantado, há 25 anos, o Tamar recebeu mais de 1.500 estudantes, provenientes de diferentes universidades e instituições educacionais, brasileiras e estrangeiras. Mas esse número representa apenas 5% da altíssima demanda que o Projeto não consegue absorver, por falta de recursos.
Os estagiários e treinees recebem treinamento específico de acordo com as atividades da base onde irão atuar, o que pode incluir: trabalho de campo junto aos pescadores; monitoramento das praias nas áreas de desova; monitoramento de atividade pesqueira; atendimento de público dos Centros de Visitantes, palestras, oficinas e outras atividades de educação ambiental junto as comunidades, e reabilitação de tartarugas marinhas.
O período de estágio varia de um a seis meses, dependendo da regional e das atividades a serem desenvolvidas. A carga horária é adequada às necessidades do trabalho com as tartarugas marinhas e seu comportamento. Isto requer dos estagiários e treinees flexibilidade para atuar em qualquer horário do dia ou da noite. A rotina inclui realizar tarefas muito cedo ou tarde da noite, incluindo finais de semana e feriados, até mesmo em festas tradicionais como Natal e Ano Novo.
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