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Praia do Forte - BA

Praia do Forte

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Av. Farol Garcia D'Ávila, s/n
Tel: (71) 3676-0321/1045 e 8127-2010
Fax (71) 3676-1067
E-mail: centrodevisitantes@tamar.org.br
Diariamente, das 08:30 às 17:30 horas.

O Centro de Visitantes da Praia do Forte foi criado em 1982. Junto com a base de pesquisa, ocupa uma área total de dez mil metros quadrados, cedida pela Marinha do Brasil/Comando do IIº Distrito Naval, no entorno do farol Garcia D’Ávila.

A biodiversidade, a beleza natural e a riqueza histórica e cultural desta região turística fazem do Centro de Visitantes um dos mais frequentados do Brasil, atendendo a cerca de 600 mil pessoas/ano, entre membros da comunidade, estudantes, pesquisadores e turistas brasileiros e estrangeiros.

Entre tanques e aquários, são 600 mil litros de água salgada com exemplares da fauna marinha da região e de quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, em diferentes estágios do ciclo de vida. Tem multimídia, cinema, vídeo, aquários, tanques, exposição permanente de painéis fotográficos, loja e restaurante. Um espaço cultural recebe eventos com artistas nacionais, internacionais e locais. As informações estão distribuídas por todo o espaço, através de painéis em português e inglês.

Atrações

  • VISITAS ORIENTADAS
  • ESPAÇOS TEMÁTICOS
  • NINHOS
  • LAZER E SERVIÇOS
  • OFICINAS
  • HISTÓRIA

Cada atividade tem seu dia e horário. O visitante faz sua escolha, guiando-se por um painel com o cronograma. Para tirar dúvidas, há monitores nos pontos de encontro, de onde saem as visitas orientadas, e em toda a área do Centro de Visitantes. Há visitas programadas para escolas, universidades e grupos organizados, com duração aproximada de uma hora e meia. Todos podem ter acompanhamento de um biólogo, veterinário ou monitor.

Apresentam temas específicos, como as principais ameaças à sobrevivênvia das tartarugas marinhas, o trabalho de proteção e manejo e a importância dos arrecifes. No tanque-barco, há informações sobre as ações relativas à captura incidental de tartarugas pela pesca.

Durante a temporada reprodutiva das tartarugas marinhas, é possível acompanhar o manejo dos ninhos transferidos das áreas de risco, nas praias, para o cercado de incubação. Aqui também se aprende sobre as atividades de proteção e manejo.

Como acontece nos ninhos naturais, no cercado, os filhotes nascem quase sempre à noite e são soltos ao mar imediatamente. No dia seguinte, os ninhos onde os ovos eclodiram são abertos para estudo – e nesse momento ainda se encontram muitos filhotes que não conseguiram alcançar a superfície para sair do ninho. Eles são recolhidos e liberados ao mar no fim da tarde (às 17:00), na praia próxima ao Centro de Visitantes, em solturas que sempre têm público, incluindo turistas e a comunidade local. 

As solturas são mais uma ótima oportunidade para saber mais informações sobre o comportamento e ciclo de vida desses animais ameaçados de extinção. Monitores ficam disponíveis para tirar dúvidas do público e vão explicando o que acontece desde que os filhotes saem do ninho, até que seguem em direção ao mar.

Os visitantes contam com espaço de alimentação e bebidas. À beira-mar, o Restaurante do Tamar propõe em um só espaço a reunião de várias expressões artístico-culturais-gastronômicas, onde a Chef Tereza Paim assina um cardápio que revela sabores da cozinha baiana. A loja de produtos Tamar oferece mais uma oportunidade para contribuir com o trabalho de conservação das tartarugas marinhas. Tem ainda serviços como os da Cabana Digital, que inclui brincadeiras com fotomontagem e vídeo e-mail. Há banheiros temáticos acessíveis a portadores de deficiência, telefone público e trocador de fraldas.

Oficinas de arte para crianças são mais uma maneira de aprender sobre as tartarugas marinhas e como podemos ajudá-las a sobreviver. Um pouco antes do carnaval, todos os anos, há oficinas para que as crianças aprendam a fazer suas próprias caretas, figuras do folclore local que usam máscaras de papel machê para assustar as pessoas no período carnavalesco. Um festival é organizado para apresentação das crianças com suas máscaras, que depois ficam expostas para visitação.

Em junho de 1981, quando os pesquisadores do Tamar chegaram, Praia do Forte era uma pequena vila com 500 moradores, sem luz elétrica, onde se chegava atravessando de balsa o rio Pojuca. A convivência com os habitantes foi fundamental. A relação com a comunidade foi nascendo aos poucos, premiando quem viesse avisar sobre uma tartaruga desovando, participando da realidade local. O cavalo foi substituído por um jipe de segunda mão, doado, e a casa emprestada virou alojamento. Com melhor estrutura de trabalho, dedicação e conscientização dos moradores e veranistas, a base de pesquisa e o Centro de Visitantes foram se consolidando. Em duas décadas, a vila se transformou em pólo turístico nacional e internacional e o Centro de Visitantes chega a receber duas mil pessoas por dia, em épocas de maior movimento.


 

Como chegar

Partindo de Salvador, a Praia do Forte, no município de Mata de São João-BA, fica cerca de 60 km ao norte de Salvador (75km do Centro e 50km do aeroporto internacional), através da BA-092, conhecida como Estrada do Côco. Há saídas regulares de ônibus e vans da estação rodoviária e de outros pontos da Av. Paralela de Salvador.

Ingresso - R$ 20,00

*Gratuidade para membros da comunidade da Praia do Forte mediante comprovante de residência em seu próprio nome. A gratuidade não se estende a parentes que não moram na Praia do Forte.

Uma visita especial com a atriz baiana Maria Menzes:

 

 

Parceiros locais:

 

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