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Análise detalhada dos números

Temporada de reprodução das tartarugas marinhas 2012-2013

O número de ninhos para todas as espécies de tartarugas marinhas no país continua aumentando. Na 32ª temporada reprodutiva monitorada pelo Tamar (2012-13), foram protegidos 2.189 ninhos de tartarugas-de-pente (Eretmochelys imbricata), 8.272 de tartarugas-cabeçudas (Caretta caretta), de tartarugas-oliva (Lepidochelys olivacea) foram 8.705 ninhos, 4.894 de tartarugas-verdes (Chelonia mydas) e 154 de tartarugas-de-couro (Dermochelys coriacea).

Novas análises para estudo de tendência populacional de três espécies estão em andamento. Dados indicam que, entre 2004 e 2011, o crescimento anual no número de ninhos de tartarugas-cabeçudas foi de 4.6 %, de tartarugas-de-pente foi de 5.7 %, e de tartarugas-oliva foi de 12.3 %. 

Números anteriores

O detalhamento dos resultados está nas análises de dados de mais de 15 anos de monitoramento, de 1991 a 2006, sobre as tendências das populações de tartarugas-cabeçudas, tartarugas-de-pente, tartarugas-oliva e tartarugas-de-couro.

Para a espécie tartaruga-de-pente houve um incremento de sete vezes, passando de 199 ninhos para 1.345 no período analisado (1991-1992 a 2005-2006). Hoje, o Brasil é uma das principais áreas de desova dessa espécie no Atlântico, com o litoral norte da Bahia em primeiro lugar e o litoral sul do Rio Grande do Norte em segundo.

Para as tartarugas-cabeçudas - a espécie mais comum desovando no litoral brasileiro -, foram analisados dados obtidos entre as temporadas reprodutivas de 1988/1989 e 2003/2004. O crescimento foi de cinco vezes, passando de 1.200 ninhos para mais de 6.000, colocando o Brasil como uma das principais áreas de desova do mundo, atrás apenas da Flórida, nos Estados Unidos, e Masirah, em Omã, no Oriente Médio.

A espécie tartaruga-oliva aumentou o número de ninhos em 10 vezes, passando de 256 na temporada de 1991/1992 para 2.606 na temporada 2002/2003, tornando sua população uma das mais numerosas do Atlântico oeste.

Finalmente, os estudos para as tartarugas-de-couro - que apresentam um número muito reduzido de desovas - também registraram aumento, com variação de 6 ninhos em 1993-1994 para 92 em 2002-2003.

Resultados
Populações começam a se recuperar
Quinze milhões de filhotes protegidos