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Costa do Sauípe

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Mata de São João

Cabeçuda

Tartaruga cabeçuda no azul marinho.

Cabeçuda

Técnica coleta tecido para análise de DNA de tartaruga cabeçuda.

Cabeçuda

Tartaruga cabeçuda avistada durante mergulho noturno.

Cabeçuda

Técnico checa marcação de tartaruga cabeçuda.

Cabeçuda

Tartaruga cabeçuda com transmissor via satélite instalado no casco.

Cabeçuda

Cópula de tartaruga cabeçuda.

Cabeçuda

Tartaruga cabeçuda retorna para o mar após desovar.

Cabeçuda

Técnico acompanha desova de tartaruga cabeçuda.

Cabeçuda

Cabeçuda

Equipe do Tamar executa marcação durante desova de tartaruga cabeçuda.

Cabeçuda

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Cabeçuda

Cabeçuda

Cabeçuda

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Inaugurada em 2000, a base do Projeto Tamar em Sauípe/BA fica a 74 km de Salvador, numa região em expansão turística e imobiliária, com várias pousadas e o maior complexo turístico da América Latina. A área de abrangência da base faz limite, ao sul, com a vila de Imbassaí e, ao norte, com a de Baixios. Antes, a área era monitorada pela base da Praia do Forte. Com a inauguração do complexo turístico Costa do Sauípe, configurou-se uma nova realidade com demandas causadas pelo grande número de pessoas que passaram a visitar e desfrutar dos encantos da região.

O monitoramento de 22 km de praias (Porto de Sauípe, Massarandupió e Subaúma) ocorre de setembro a março, durante a temporada de reprodução das tartarugas marinhas, e conta com a ajuda de seis tartarugueiros, junto com os pesquisadores, para identificar desovas, instalar estacas de marcação de ninhos e telas para tentar reduzir a predação de ovos por raposas e tatus. A equipe é também responsável por auxiliar e registrar as tartarugas encontradas nas praias, vivas ou mortas.

Na temporada 2012-2013, foram registrados na região 689 ninhos, gerando mais de 44 mil filhotes das espécies cabeçuda (Caretta caretta), oliva (Lepidochelys olivacea), de pente (Eretmochelys imbricata) e verde (Chelonia mydas). A estratégia de conservação adotada deixa as desovas no próprio local de postura dos ovos, não havendo transferência para cercado de incubação. Também desenvolve atividades de sensibilização e educação ambiental para hóspedes e comunidades do entorno, como a soltura de filhotes, palestras, exibição de filmes, limpezas de praias, e capacitação para funcionários dos hotéis.

Atividades pela proteção das tartarugas

Como em outras bases do Tamar no Brasil, para diminuir a ameaça do trânsito de veículos nas praias de desova, a equipe de Sauípe realiza atividades que alertam sobre os perigos dessa prática, principalmente com os quadriciclos. Além de ser também ameaça aos banhistas, os veículos podem compactar os ninhos das tartarugas, atropelar os filhotes e ainda afugentar as fêmeas durante a desova. As atividades do programa permanente de educação ambiental do Tamar, Nem Tudo que Cai na Rede É Peixe, informam, alertam e oferecem alternativas sustentáveis para os pescadores, que passam a ser aliados do Tamar, sabendo que eles mesmos podem ajudar a proteger as tartarugas, em terra e no mar.

Desde o início de sua implantação, o complexo turístico de Sauípe recebeu orientação e assessoramento do Tamar sobre como evitar problemas de fotopoluição nas praias, provocados pela iluminação artificial dos seus hotéis. A incidência de luz nos locais de desova prejudica e pode matar as tartarugas marinhas, fêmeas e filhotes. A colaboração dos hotéis é fundamental para ajudar as tartarugas, inclusive informando seus hóspedes e funcionários sobre os cuidados importantes para o uso das praias.

O Tamar busca também sensibilizar as pessoas para a importância da permanência das estacas de marcação dos ninhos nas praias, pois é assim que os pesquisadores conseguem monitorar os nascimentos e acompanhar essa fase do ciclo de vida desses animais ameaçados de extinção. A equipe ajuda ainda os visitantes e moradores a refletirem sobre a responsabilidade de cada um sobre o lixo e realiza atividades que estimulam o descarte e reaproveitamento adequados de materiais. Esta é outra das principais ameaças à vida das tartarugas e de todos os seres vivos, pois a poluição degrada o ambiente marinho como um todo e prejudica também o homem.

Uma loja do Tamar na vila oferece produtos cuja venda é 100% revertida para as atividades de pesquisa e conservação das tartarugas marinhas. A produção artesanal das famílias de pescadores ajuda o Tamar a oferecer artigos exclusivos e apoiar as comunidades litorâneas com alternativas sustentáveis de trabalho.

Caixa Postal 2219 - CEP 41950-970 - Rio Vermelho - Salvador-BA - Tel.:(71) 9988-6663 / 2104-8644 E-mail: basesauipe@tamar.org.br

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